domingo, 31 de maio de 2009

A Lenda Do Arco-Íris

O João era pobre. O pai tinha morrido e era muito difícil a mãe manter a casa e sustentar os filhos.

Um dia ela pediu-lhe que fosse pescar alguns peixes para o jantar.

O João reparou numa coisa a mexer-se no meio do arvoredo. Aproximou-se sorrateiro, abaixou-se, afastou as folhas devagarinho e . . . viu um pequeno homem sentado num minúsculo banco de madeira. Costurava um colete verde com um ar compenetrado enquanto cantarolava uma musiquinha.

À frente do João estava um anão. Rapidamente esticou o braço e prendeu o homenzinho entre os dedos.

- Boa tarde, meu senhor.

Como estás, João? - respondeu o homenzinho com um sorriso malicioso.

Mas o anão tinha montes de truques para se libertar dos humanos. Inventava pessoas e animais a aproximarem-se, para que desviassem o olhar e ele pudesse escapar.

- Diz-me lá, onde fica o tesouro do arco-íris?

Mas o anão gritou para o João que vinha lá um touro bravo a correr bem na sua direcção. Ele assustou-se, abriu a mão e o anão desapareceu.

O João sentiu uma grande tristeza, pois quase tinha ficado rico.

E, com estas andanças, voltou para casa de mãos a abanar, sem ter pescado peixe nenhum.

Mal chegou contou à mãe o sucedido. Esta, que já conhecia a manha dos anões, ensinou-o:

-Se alguma vez o encontrares, diz-lhe que traga o tesouro imediatamente.

Passaram-se meses.

Até que um dia, ao voltar para casa, sentiu os olhos ofuscados com um brilho intenso. O anão estava sentado no mesmo pequeno banco de madeira, só que desta vez consertava um dos seus sapatos.

- Cuidado! Vem lá o gavião! - gritou o anão, fazendo uma cara de medo.

- Não me tentes enganar! - disse o João. - Traz já o pote de ouro!

- Traz já o pote de ouro ou eu nunca mais te solto.

- Está bem! - concordou o anão. - Desta vez ganhaste!

O pequeno homem fez um gesto com a mão e imediatamente um belíssimo arco-íris iluminou o céu, saindo do meio de duas montanhas e terminando bem aos pés do João.

As 7 cores eram tão intensas que até esconderam o pequeno pote de barro, cheio de ouro e pedras preciosas, que estava à sua frente.

O anão baixou-se, com o chapéu fez-lhe um aceno de despedida, e gritou, pouco antes de desaparecer para sempre:

- Adeus, João! És um menino esperto! Terás sorte e serás feliz para sempre!

E foi o que aconteceu. O pote de ouro nunca se esgotou e o João e a sua família tiveram uma vida de muita fartura e de muita alegria.

(Lenda anónima irlandesa)

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Hoje É O Dia Internacional da Saúde Feminina!!

O dia vai ser assinalado com uma ida da Liga Portuguesa Contra o Cancro à Assembleia da República

Em causa está uma petição para a criação do Dia Nacional de Prevenção do Cancro do Cólo do Útero que vai ser entregue hoje a Jaime Gama, Presidente da Assembleia da República, por Dr. Vitor Veloso,representante da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Esta é uma iniciativa que surge no âmbito da campanha Passa a Palavra, uma campanha educativa de sensibilização para as consequências do papilomavírus humano. A petição foi lançada on-line e recolheram-se assinaturas nos IPO’s, em Centros Comerciais e durante o Roadshow Passa a Palavra, a causa moveu mais de 8000 cidadãos.
Recorde-se que todos os dias o cancro do colo do útero mata uma mulher em Portugal, e a cada ano surgem cerca de 900 novos casos. Alertar a população portuguesa para as consequências do papilomavírus humano (HPV) é o objectivo da criação do Dia Nacional de Prevenção para o Cancro do Colo do Útero.
in Sapo Mulher

Brincadeiras De Criança...

"Mudam-se Os Tempos, Mudam-se As Vontades"...
... e as Brincadeiras de Criança também...
Quem se lembra do jogo da macaca, do elástico, do espeto, do pião, do iô-iô, do trincolé, da corda, do brincar ás mães e filhos, ao médico, ao merceeiro, bricadeiras de roda (pe: jogo do lenço), escondidas, ... ???
... e sempre ao ar livre...
... belos tempos!!!
... a contrastar com com vídeo jogos e companhia, sempre dentro de casa e muitas vezes sózinhos...

terça-feira, 26 de maio de 2009

Mensagem De Uma Criança

Dizes que sou o futuro,
Não me desampares no presente.
Dizes que sou a esperança da paz,
Não me induzas à guerra.
Dizes que sou a promessa do bem,
Não me confies ao mal.
Dizes que sou a luz dos teus olhos,
Não me abandones ás trevas.
Não espero somente o teu pão,
Dá-me luz e entendimento.
Não desejo tão só a festa do teu carinho,
suplico-te amor com que me eduques.
Não te rogo apenas brinquedos,
Peço-te bons exemplos e boas palavras.
Não sou simples ornamento de teu carinho,
Sou alguém que te bate à porta em nome de Deus.
Ensina-me o trabalho e a humildade,
o devotamento e o perdão.
Compadece-te de mim e orienta-me
para o que seja bom e justo.
Corrije-me enquanto é tempo,
ainda que eu sofra...
Ajudea-me hoje para que amanhã
eu não te faça chorar.
(Chico Xavier)