sábado, 26 de janeiro de 2008

Inédito!!

Taiwan: Suprimidos os números de "mau agoiro" dos documentos nacionais

26 de Janeiro de 2008, 16:50
Taipé, 26 Jan (Lusa) - O governo de Taiwan decidiu não emitir mais bilhetes de identidade nacionais com mais de um 4, devido à crença popular de que é um algarismo de mau augúrio, anunciou hoje o ministro do Interior, Lee Yi-yang. "Os cidadãos que possuem documentos nacionais de identidade com três ou mais quatros poderão mudá-los", acrescentou o governante. A medida segue-se ao protesto público de uma mulher da cidade nortenha de Hsinchu, que alberga o maior parque de alta tecnologia da ilha, que não conseguiu que as autoridades alterassem o número do documento do seu filho recém nascido que tinha quatro 4. As pessoas de Taiwan consideram que o número quatro é de mau agoiro porque a sua pronunciação é muito semelhante à da palavra "morte". Muitos edifícios não têm quarto andar e saltam directamente do terceiro para o quinto, para evitar má sorte aos seus locatários. "Muito não crêem na influência de sorte ou mau agoiro em números e nomes, mas a grande maioria respeita a tradição para não ter problemas", refere Zhang Wei-ji, uma vidente que trabalha em Taipé. O governo de Taiwan está a receber numerosos pedidos de mudanças de nomes e de números de documentos, e as companhias telefónicas atribuem directamente os números considerados benéficos mas sorteiam os de mau agoiro. "Cobram pela mudança de números, quando alguém tem o azar de lhe sair um com vários quatros", afirmou Alice Huang, numa fila para obter outro número de telefone na empresa estatal Chunghwa Telecom. As autoridades taiwanesas estão conscientes do custo da sua medida de não emitir documentos com mais de um 4 e apelam à compreensão pública quando lhes couber um número que seja considerado de mau augúrio. "Se eliminamos todos os 4, ficaremos com 45 por cento de números que não podem ser utilizados", justificou o ministro. A ilha decidiu em 2000 não emitir mais documentos terminados em 4, mas na actual situação de desaceleração económica as pessoas exigem número "melhores" para não serem vítimas da má sorte.

JMS.

Lusa/Fim

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domingo, 20 de janeiro de 2008

Dia Mundial Das Religiões

O Dia Mundial das Religiões comemora-se, habitualmente, no terceiro domingo do mês de Janeiro. A religião é um termo que nasceu com a língua latina e representa a tentativa humana de «Religiar-se»: voltar às suas origens, ao(s) seu(s) criador(es), ao seu passado. Acabou por ser adoptado para designar qualquer conjunto de crenças, normas e valores que compõem a fé de determinada pessoa ou conjunto de pessoas. As principais religiões do mundo são o Budismo, o Cristianismo, o Hinduísmo, o Islamismo e o Judaísmo. «Cada pessoa tem a liberdade de escolher a sua religião».
Diante da diversidade de dogmas e culturas, torna-se muito difícil conceituar um assunto como religião. A palavra se originaria do latim Religare, significando o laço que liga o homem à divindade. Pode-se afirmar que o princípio das religiões se baseia na crença de uma força inteligente sobrenatural, considerada como criadora do Universo, e na continuidade da vida após a morte através da existência de outros planos que não o físico.É um conceito amplo, com o qual os pesquisadores trabalham. Sem dúvida, os crentes de cada religião teriam definições bem mais adequadas para suas crenças.Pode-se dizer também que a religião é um conjunto de regras e doutrinas, pelas quais o crente se guia e molda suas atitudes. Ou ainda, que é um sistema específico de pensamento ou crença a envolver princípios filosóficos, éticos e metafísicos. A religião acompanha e conforta a humanidade desde os primórdios. Acreditava-se que os animais, as plantas, os rios, o mar, o sol e a lua continham espíritos, sendo preciso estar em harmonia com eles. O antropólogo E. B. Tylor chamou esta “religião inicial” de animismo. Segundo Tylor, as religiões foram evoluindo junto com a humanidade, tanto cultural quanto tecnologicamente. Quando o homem abandonou sua postura nômade e passou a se fixar em determinadas áreas, surgiu o politeísmo (crença em vários deuses); e depois, com o surgimento da noção de grupos sociais, aparece o monoteísmo (crença em um único Deus).
As religiões surgiram para tentar responder a uma série de perguntas que sempre estiveram presentes ao longo de nossa história:
De onde vim?
Para onde vou depois que morrer?
Viverei mais de uma vez?
Como o mundo passou a existir?
Que forças governam nossa existência?
Saiba Mais:
O Livro das Religiões, Jostein Gaardner, Cia das Letras
O Livro Ilustrado das Religiões, Publifolha